terça-feira, 5 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Seminário: lutas globais e o papel da internet (40)
Seminário: A revolução do compartilhamento: lutas globais e o papel da internet
Data: 05 de abril
Horário: 19h
Local: Auditório do Centro de Artes (Cemuni IV).
Entrada Franca.
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A expansão do acesso à Internet, o surgimento das mídias sociais – no que se convencionou chamar de Web 2.0 – e a profusão dos dispositivos móveis de comunicação, trouxeram uma nova tônica para o cenário da comunicação mundial. Ao privilegiar a produção e a expressão de conteúdos a partir das bordas, tais tecnologias redefinem de maneira substantiva as condições da comunicação interpessoal e coletiva.
Nesse contexto, pudemos observar no início deste século, eventos nos quais o uso das novas tecnologias de comunicação teve papel fundamental na articulação e na mobilização dos sujeitos, que constituíram movimentos contestatórios potentes. Indivíduos munidos de tecnologias de produção e difusão de informação entram em um processo de intensa colaboração, criando formas de organização inovadoras, aproveitando-se da descentralização propiciada por esse novo regime de comunicação.
Ultimamente, temos acompanhado as lutas por democracia nos países do norte da África e do Oriente Médio, nas quais uma constatação importante é o uso feito pelos indivíduos das mídias sociais e das tecnologias móveis. Assim, é interessante dimensionar o papel da internet nesse cenário e discutir a relevância das novas formas compartilhamento nas lutas emergentes. Todos estes assuntos vão nortear o debate no seminário, com a participação de:
Henrique Antoun (UFRJ)
Ruth Reis (Ufes)
Clara Miranda (Ufes)
Ricardo Néspoli (Jornalista)
Mediação: Fábio Malini (Coletivo Multi/Ufes)
segunda-feira, 21 de março de 2011
DISSENSO E (RE)CRIAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO in ZONA DE IMPACTO
"“A escolha desse termo [dissenso] não busca simplesmente valorizar a diferença e o conflito sob suas diversas formas: antagonismo social, conflito de opiniões ou multiplicidade das culturas. O dissenso não é a diferença dos sentimentos ou das maneiras de sentir que a política deveria respeitar. É a divisão do núcleo mesmo do mundo sensível que institui a política e sua racionalidade própria. Minha hipótese é portanto a seguinte: a racionalidade da política é a de um mundo comum instituído, tornado comum, pela própria divisão"(...)
“Assim o dissenso antes de ser oposição entre um governo e as pessoas que o contestam, é um conflito sobre a própria configuração do sensível. Os manifestantes põe na rua um espetáculo e um assunto que não tem aí seu lugar" Ranciere apud Ribeiro VER abaixo
RIBEIRO, Suzana L; S. DISSENSO E (RE)CRIAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO. NÚCLEO DE ESTUDOS EM HISTÓRIA ORAL - USP
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Praça da Amizade, Bairro Floresta, Vitória, ES
Praça da Amizade, Bairro Floresta, Vitória, ES
| Segundo dia de trabalho na foto pessoal do Cisv e comunidade de Floresta |
| A praça vistada por crianças de outras comunidades vizinhas a Floresta, pessoal do Cisv, Fórum do Bem e Célula |
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Floresta terraço ou terreiro ou playground 1
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Mutirão do Bem_até dia 20 de janeiro
domingo, 19 de dezembro de 2010
Projeto de Praça no Bairro Floresta- Mutirão do Bem
Nas ações ambientais no Território do Bem, comunidade, lideranças, técnicos do governo PMV, empresas, organizações não-governamentais: Arte Idéias, profissionais, universidade, nós do Emau e voluntários em geral juntos desejamos e vamos transformar pontos sujos de lixo em espaços melhores, mais saudáveis, mais bonitos, para serem cuidados como bem-comum pela comunidade.
Abaixo, estudos da Praça. Se for executada (e vai ser), os recursos esperados virão da PMV- Prefeitura Municipal de Vitória, Espírito Santo, Brasil.
SEJAM BEM VINDOS PARA ESTA TRANSFORMAÇÃO. POR UM ESPAÇO, UMA RUA, UM BAIRRO... UM MUNDO MELHOR SEJA VOCÊ TAMBÉM UM EDUCADOR AMBIENTAL! Local/Município/UF: Território do Bem / Poligonal 1: Bairros São Bnedito, Jaburu, Floresta, Engenharia, Itararé, Conceição, Bairro da Penha / Vitória - ES Data de Realização do Mutirão: 5 a 20 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Ecos do Bem realiza Mutirão do Bem – Valorizando o lugar em que vivemos
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Laboratório de assistência técnica para habitação de interesse social
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A articulação entre as atividades de ensino, de extensão e de pesquisa
Referências
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Formulação da agenda do movimento popular de moradia do Território do Bem em Vitória, ES
Palavras chave: Mobilização Popular; Habitação Popular; território do Bem; Vitória
O movimento popular de moradia do Território do Bem articula instrumentos do planejamento estratégico e de fórum. Do primeiro, buscam os mecanismos de participação e de mobilização em torno da concepção do plano e dos seus objetivos; do fórum, os dispositivos da política deliberativa que possibilitam a manifestação da visão de diferentes parcelas da comunidade. Este último confronta a intermitência recorrente entre apatia e mobilização nos movimentos políticos e sociais contemporâneos.
No município de Vitória, o Território do Bem é configurado pelos bairros São Benedito, Gurigica, Consolação, Itararé, Engenharia, Jaburu, Floresta, Bonfim e Penha. Esses bairros ocupam o Morro Grande e possuem 31 mil habitantes, cerca de 10% da população de Vitória. Os assentamentos se constituíram sem financiamento público, sem assistência técnica de arquitetos e de engenheiros e à margem da legislação urbana.
A ocupação do Morro Grande iniciou-se nos anos 1960, realizada inicialmente por migrantes procedentes das áreas rurais de cafeicultura. A imigração se acelera quando se multiplicaram oportunidades de emprego na construção civil, desdobramentos das indústrias metalúrgicas que se instalavam na Grande Vitória.
A crise da estrutura agrária foi simultânea com a conversão de Vitória no agente principal do modelo econômico industrial que se implantava. Novos migrantes vieram do norte do Espírito Santo, do norte de Minas Gerais e do sul da Bahia.
Nos anos 1970, se agravou a situação da moradia precária, ampliando a segregação espacial mediante a distribuição social diferenciada da paisagem. As áreas de morro constituem mais de 70% do território de Vitória, em grande parte oferecem dificuldades a acessibilidade e a apropriação urbana. O morro foi uma das trajetórias possíveis em Vitória para um expressivo número de trabalhadores de baixa qualificação. As pessoas desarticuladas da vida rural desenvolveram formas de vida e atividades subalternas ou alternativas, ocupando áreas da cidade cuja localização era desvalorizada Neste caso, ao menos, não se estabelecia a distância física entre moradia, trabalho e centralidade. A região situa-se entre avenidas importantes do município de Vitória.
30% da população de Vitória encontrava-se em situação de moradia precária em 2003 (PMV), a situação prosperou, mas no Território do Bem, embora 91% das moradias sejam de alvenaria, é significativo o número de edificações precárias e a coabitação entre famílias.
Inicialmente a construção das moradias comprometia ‘todos’ os recursos sem acarretar o endividamento das famílias, atualmente além do programa da prefeitura, o “Projeto Terra”, os moradores contam com uma cooperativa de crédito promovida pela Associação Ateliê de Idéias, uma ONG que agencia a economia solidária local.
Praticamente não há mais mutirões de construção, que eram freqüentes no início da ocupação. O trabalhador da região está submetido como os demais a condições de trabalho, que no atual estágio do capitalismo, conjuga a precariedade do emprego com novas modalidades de sobre trabalho. Resta pouca disposição física para os mutirões. Mas isso não fez esmorecer a mobilização política.
A ocupação informal do bairro gerou problemas para a inserção da infra-estrutura; dificuldades para a construção e a estabilidade das edificações. Isso não impediu que consolidassem moradias e se estabelecessem como comunidade.
Ademais, grande parte do território possui infra-estrutura, equipamentos e serviços urbanos de relativa qualidade. As comunidades reconhecem os avanços neste âmbito. Dizem “Modificou muito, agora tá uma cidade por bem dizer”. Todavia permanece mobilizada atuando em diferentes formas de lutas e organizações comunitárias.
A mobilização da comunidade teve início com a ocupação dos terrenos e a demanda por melhoria de infra-estrutura. No inicio dos anos 1980, as lideranças se articularam com as Comunidades Eclesiais de Base; nos anos 2000 com ONGs; o que culmina com a criação de um fórum popular. O Fórum Bem Maior – FBM abrange o Território do Bem e busca empreender ações coletivas que assegurem maior força de negociação e no debate político.
Este fórum elaborou, em 2009, pesquisa sobre o perfil dos moradores e criou uma agenda das demandas coletivas: melhoria de escolaridade (a maioria não concluiu o 1º grau); articulação de iniciativas de geração de trabalho e renda; incentivo a empreendimentos de responsabilidade socioambiental; divulgação da multiculturalidade e diversidade da população local.
Destaca-se nesta agenda, o objetivo de assegurar a participação do FBM nos espaços políticos como Conselho Popular de Vitória, audiências públicas, orçamentos participativos, entre outros. Ou seja, o FBM agencia um alto nível de organização e participantes com plena sapiência da complexidade política em que estão inseridos.
O “Plano Bem Maior” converte as idéias do planejamento estratégico, antes alheias ao seu lugar, em um bem coletivo. Compreende que as mudanças globais rápidas requerem instrumentos flexíveis e participativos.
O Território do Bem confronta os atributos pejorativos de criminalidade e de fealdade: “Tem gente que fala que morro é ruim, mas quem faz o morro é a gente”. Reivindica a função estatal e técnica para resolver os problemas que defronta. Almeja participar do mercado, exercitar a autonomia e o direito à cidade em sua plenitude.
Referências Bibliográficas
DOWBOR, L., (2002), A reprodução social, Petrópolis, RJ, Vozes.
FBM, (2009), Plano Bem Maior do Território do Bem, Vitória
MARICATO, E., As idéias fora do lugar e o lugar fora das idéias, In ARANTES, O., VEINER, C. & MARICATO, E., (2002), A cidade do pensamento único, Petrópolis, RJ, Vozes,
MIRANDA, C. L., EMAU (org.), (2010), Habitação, Memória e Vivência em São Benedito, Vitória –ES. Vitória, UFES
PMV, (2003), Política Habitacional do Município de Vitória, Secretaria de Habitação, Prefeitura Municipal de Vitória
quarta-feira, 7 de julho de 2010
atualizar
sexta-feira, 1 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
MAYDAY-2009*: "NÃO PAGAREMOS PELA CRISE DELES!"
Convocação de primavera
A norma é precarização, trabalho temporário, baixos salários, desemprego.
Arame farpado, uniformes e soldados, que protegem a Europa-fortaleza, excluindo e perseguindo milhares de homens, mulheres e crianças.
Polícias e exércitos estão nas ruas, com suas câmeras e helicópteros.
O controle está por toda parte, leis antiterrorismo são usadas para legitimar a repressão.
A mídia mantém tampado o caldeirão que já começa a ferver e explodir por todos os lados.
Ao mesmo tempo, a mídia faz o que pode para nos convencer a não parar de consumir.
A serpente já está comendo o próprio rabo.
Nossos irmãos e irmãs do sul estão pagando a conta; e nós também pagamos. As espécies de animais que vão sendo extintas indicam o futuro que espera as novas gerações. E, ao mesmo tempo, os bancos jogam pela janela os nossos bilhões...
Vivemos grandes tempos! A crise, a crise, a crise, ouve-se o mesmo refrão por todo o planeta.Que crise?
Os economistas anunciam o fim do neoliberalismo. Depois de anos de NHVA – Não Há Via Alternativa –, agradecemos aos bancos por terem exposto a grande revelação: o dinheiro NÃO É o problema. Tudo é possível. Ou nos escondemos, ou lutamos.
Um novo contrato social, alienação cada vez maior, cada vez mais exploração, cada vez mais precariedade em todos os campos da vida.
Administrar a precariedade não é um desastre.
Viver em precariedade é viver em permanente crise.
A crise DELES só é novidade para ELES.
A crise é uma grande onda: ou você sabe surfar, ou você corre o risco de afogar-se.
Em resumo: nossas lutas acontecem na vida de todos os dias.
Nossas brechas atravessam fronteiras nacionais, contratos sociais e barreiras de gênero.
Nossas batalhas são visíveis. As demandas sociais são evidentes. Ou não?
Falamos à Europa e anunciamos ao mundo: queremos surfar e é nossa vez de surfar a onda.
De 30 de abril a 1º de maio, retomaremos o poder, voltaremos a ter toda nossa criatividade, em nosso ritmo rápido. Nós e todos que queiram vir conosco.
Os bancos estão em toda parte, dominando a vida, mesmo que sejam mortos, não-vivos. O mercado de ações já demonstrou que a queda de uma única carta pode derrubar todo o castelo.
* Para saber mais sobre o movimento MAYDAY-2009, ver: http://www.immigrantsolidarity.org/MayDay2009/
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Tá rinDo dE Que?

Hoje há liberdade de imprensa, que Deus mantenha!!! Alguns órgãos da imprensa é que precisam rever seus conceitos, estudar análise de discurso e ler "A arte de ter razão", pois eles não tem razão não.
Um exemplo corriqueiro, uma capa de revista sobre o jogador Robinho de certa revista de circulação nacional. Há uma análise da revista Cult que mostra como há manipulação da imagem e do texto que o infantiliza, julga, condena, cito pois concordo com a análise citada. E me incomodam profundamente, os artigos que abordam os assuntos e se refrem as pessoas com humor que achincalha, como se todos amassem o casseta e planeta, como se tudo pudesse ser tratado com este tipo de humor... Muitos destes órgãos tratam as pessoas abordadas em seus artigos ridicularizando-as, desrespeitando-as. A estratégia é de antemão reduzir, desqualificar o adversário, o antagonista, o julgado. No fim é o que se torna o referido ou referente mais que um objeto da notícia um "outro" (do outro lado). O alívio é que ninguém "lê tanta notícia"...
Mas chega de falar disso, como diz Deleuze é melhor ser um varredor do que um juiz,,,

